
Lesões musculares graves, como as classificadas em grau 4, têm chamado a atenção pelo impacto direto na recuperação de atletas e no tempo de retorno às atividades esportivas. O tema é ab ordado em matéria publicada pelo G1, que discute os riscos e as implicações desse tipo de lesão, especialmente em contextos de alto rendimento.
De acordo com o ortopedista Adriano Marques de Almeida, médico ortopedista e presidente do Comitê de Artroscopia e Traumatologia da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), as lesões de grau elevado apresentam maior complexidade e exigem abordagem criteriosa para garantir recuperação adequada. Em muitos casos, há comprometimento significativo das estruturas musculares e tendíneas, o que pode demandar tratamentos mais prolongados e, eventualmente, intervenção cirúrgica.
Segundo o especialista, o tempo de recuperação pode variar de acordo com a extensão da lesão e as estruturas envolvidas, podendo se estender por semanas ou até meses. A reabilitação adequada é fundamental para evitar complicações, como perda de força, limitação funcional e risco de novas lesões, além de garantir um retorno seguro à prática esportiva.
A matéria também destaca que, em lesões mais graves, o impacto não se restringe ao desempenho esportivo imediato, podendo comprometer temporadas inteiras e até a participação em competições de alto nível, reforçando a importância do diagnóstico precoce, do tratamento individualizado e do acompanhamento especializado.
Leia a matéria na íntegra no G1:
https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/04/23/lesao-grau-4-entenda-problema-que-pode-deixar-estevao-fora-da-copa-do-mundo.ghtml?utm_source=share-universal&utm_medium=share-bar-app&utm_campaign=materias
29 de abril de 2026 • 12:05